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YouTube está contratar gerentes para lidar com conteúdo político

YouTube está contratar gerentes para lidar com conteúdo político

YouTube está contratando dois gerentes para trabalhar especificamente com youtubers que possuem uma orientação tanto progressiva quanto conservadora. Vagas para tais posições foram abertas no LinkedIn da companhia e são para assumir posições no escritório em Nova York e em San Bruno (CA). As informações são do The Verge. Continue reading “YouTube está contratar gerentes para lidar com conteúdo político”

Descubra um público maior do que você imagina

Descubra um público maior do que você imagina

Descubra um público maior do que você imagina. As marcas acham que sabem quem é o seu público-alvo. Na verdade, os publicitários são pagos para descobrir quem está pensando em comprar seu produto, quem tem só um pouquinho de interesse nele e até quem poderia estar interessado, se ao menos soubesse que o produto existe. Mas será que não é hora de expandir os horizontes e encontrar clientes novos?

Foi isso que a CoverGirl, uma marca de cosméticos norte-americana, percebeu esse ano. Em vez de focar seu marketing só em fanáticas por beleza, eles criaram uma campanha para falar com vários tipos de perfis femininos: mães, praticantes de motocross, chefs de cozinha ou qualquer outra coisa que as mulheres queiram ser.

Como a CoverGirl atingiu um novo público e, ainda por cima, conseguiu dobrar o seu ROAS?

insight é: todo mundo tem vírgulas

“Sim, muitas mulheres são fãs de beleza. Mas só porque elas gostam de maquiagem não quer dizer que esse seja o seu único interesse”, conta Okonwa Ojo, CMO de Consumer Beauty na Coty Inc., dona da CoverGirl. “As mulheres têm muito mais dimensões do que a publicidade dava conta de mostrar antigamente. Elas são escritoras, corredoras, gamers, filhas e muito mais.”

A campanha da CoverGirl foi baseada nesse insight, que virou a essência do marketing da marca. Assim, a empresa decidiu homenagear as “vírgulas” das mulheres, ou seja, as várias atividades e interesses que definem as suas vidas. Essa estratégia tem dois elementos-chave.

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CEO do YouTube confirma serviço pago

A CEO do YouTube, Susan Wojcicki, confirmou nesta segunda-feira, 27, que o site de vídeos lançará em breve um serviço pago seguindo o formato de assinatura. A informação foi revelada durante o Code/Mobile, fórum promovido pelo Re/Code.

De acordo com Susan, o serviço ainda não está claro, mas poderia ser uma opção sem anúncios. “Atualmente, o YouTube suporta anúncios, o que é ótimo, porque permitiu nos dimensionar a um bilhão de usuários; mas vai existir um ponto onde as pessoas não querem ver os anúncios”, disse ao Re/Code.

 

A executiva disse que a ideia seria que os usuários escolhessem entre assistir os anúncios ou pagar uma taxa, “o que é um modelo interessante” na visão de Wojcicki.

“Estamos pensando em outras maneiras que pode fazer sentido para nós [no YouTube]. Estamos no início desse processo, mas se você olhar para a mídia ao longo do tempo, a maioria deles têm anúncios e serviços de assinatura”, explicou ainda Susan.

Questionada sobre outros tipos de assinatura, principalmente o tão prometido serviço de assinatura de músicas apelidado de “Music Key”, Susan não especificou quando a novidade seria lançada e disse apenas que o YouTube está “trabalhando nisso”.

Vale lembrar que, desde 2013, o YouTube oferece a opção de inscrições pagas para donos de canais, mas até agora, a ferramenta obteve pouca promoção e, consequentemente, pouca adoção.

fonte: http://olhardigital.uol.com.br/

YouTube abre estúdio gratuito para produção de vídeos em São Paulo

O YouTube anunciou nesta segunda-feira, 27/10, o lançamento de um espaço especial em São Paulo para a criação de vídeos para a plataforma. O anúncio oficial aconteceu por meio do blog do Google, que é dono do YouTube desde 2006.

Chamado de YouTube Space, o local voltado para apoiar a comunidade de criadores de clipes para a plataforma segue um modelo adotado desde 2012 pela empresa em outras quatro cidades: Los Angeles, Nova York, Londres e Tóquio. 

 

Como o Brasil é o segundo país no mundo em número de acessos no YouTube, nada mais lógico que essa iniciativa também desembarcasse por aqui.

Parceria com ONG

Por aqui, o espaço do YouTube vai atuar em parceria com o Instituto Criar, que é dono do espaço físico em que o Space está instalado na capital paulista. Fundado em 2003 por Luciano Huck, a organização sem fins lucrativos tem foco em formar jovens de baixa renda em áreas técnicas da produção para TV e cinema.

Pelo acordo, os alunos da ONG, assim como criadores do YouTube no país, poderão utilizar gratuitamente os recursos disponibilizados no local, incluindo equipamentos modernos para produção e edição de conteúdo. Além disso, o YouTube Space de SP oferecerá treinamentos e cursos específicos para a área de produção audiovisual.

Como vai funcionar

De acordo com reportagem da Folha de S. Paulo, inicialmente o espaço será aberto apenas para convidados – o lançamento para o público geral deve acontecer no fim de novembro. A reserva dos equipamentos que o criador vai querer usar será feita pela web, ao acessar o site com as suas credenciais.

Números 

No total, os YouTube Spaces espalhados pelo mundo já receberam mais de 30 mil pessoas, que participaram de aproximadamente 450 workshops e produziram nada menos que 6 mil vídeos.

fonte: http://idgnow.com.br/

Vídeo com decapitação de jornalista gera polêmica no YouTube

A viralização no YouTube do vídeo que mostra o jornalista americano James Foley sendo decapitado pelo Estado Islâmico gerou polêmica. Em resposta às críticas dos que condenam o material, o site declarou hoje que só retira conteúdos nestas circunstâncias quando solicitado pelos usuários.

Segundo o YouTube, os arquivos só podem ser bloqueados quando houver violação às regras da comunidade. Contas de usuários que infringirem essas normas podem sofrer suspensões e até cancelamentos.

 

Para sinalizar um vídeo como impróprio ou ofensivo, basta clicar na bandeira que fica no lado direito da janela abaixo do vídeo e definir a violação. Assim, o arquivo é analisado por uma equipe que toma a decisão de retirar do ar ou não. Se for mantido, pelo valor jornalístico ou documental, o vídeo pode ganhar um aviso de advertência de imagens chocantes ou ser proibido para faixas etárias específicas. 

Até as 14h de hoje, o YouTube já registrou mais de 67 mil pesquisas pelo nome do jornalista assassinado. Ao longo da tarde, segundo consulta da reportagem, parte dos links ficaram indisponíveis.

Confira abaixo o que o Youtube não tolera, segundo as normas do site:

 – Sexo e nudez

Só são permitidos conteúdos que tenham caráter educativo ou científico.

– Apologia ao ódio

Criticar um país é permitido, mas não são aceitos ataques a grupos baseados em raças, etnias, religiões, deficiências, sexo, idade, orientação e identidade sexual

– Vídeos chocantes e repugnantes

Conteúdos sangrentos ou violentos que tenham a intenção de chocar, como o trecho que mostra a decapitação do jornalista, não são aceitos.

– Atos perigosos e ilegais

Vídeos que incitem a violência ou encorajem atividades perigosas ou ilegais, como a elaboração de bombas e treinamentos de terroristas. A única exceção são atividades documentais e educativas.

– Crianças

Vídeos com crianças que são sexualmente sugestivos e violentos não são autorizados na rede.

– Direitos autorais

Qualquer violação nos direitos autorais é condenada no YouTube.

O assunto já gerou polêmica também para o Facebook. No ano passado, a empresa declarou que conteúdos do gênero contribuem para expor abusos contra os direitos humanos e devem ser sinalizados como violentos e chocantes.

 Via BBC e YouTube

fonte.: http://olhardigital.uol.com.br/

YouTube compra Directr, uma app de edição de vídeo

Com objectivo de impulsionar os esforços de publicidade, o Google, revelou que o YouTube acaba de comprar o Directr, sendo os valores da aquisição ainda desconhecidos. Todos os funcionários do Directr vão agora integrar a equipa de anúncios do YouTube.

 

O Directr é uma aplicação móvel que ajuda pequenas empresas (e não só) a criar vídeos de marketing. Permite gravar, editar e fazer upload de vídeos curtos diretamente para a Internet. O Directr está apenas disponível para a plataforma iOS.

Atualmente, o Directr não tem versão lite ou gratuita, pelo que os utilizadores precisam de pagar uma taxa para qualquer das variantes da aplicação, no entanto, o Google prometeu que todas as versões serão gratuitas, tal como o YouTube.

O Google já tem o Google My Business, que consiste em um conjunto de ferramentas para ajudar pequenas empresas a aparecer no motor de busca Google e no Google Maps, e, agora, com o Directr, mais funcionalidades serão adicionadas, ajudando ainda mais pequenas empresas a publicitar utilizando os serviços Google.

Veja o vídeo promocional:

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fonte: http://www.tecnologia.com.pt

Brasileiros são os que mais assistem a vídeos no YouTube

Estão no Brasil as pessoas que mais consomem vídeos do YouTube, segundo a gerente de parcerias estratégicas do site, Amy Singer, que esteve no Brasil durante o 9º Congresso Internacional de Jornalismo Investigativo.

A executiva não especificou de quanto conteúdo falava, mas revelou que a cada minuto o YouTube é responsável pelo upload de 100 horas de vídeo para a internet.

 

Conforme noticiado pela EFE, parte do aumento na quantidade de material publicado se deve a parcerias que o YouTube tem fechado com canais informativos, a exemplo do Vice News, da Vice Media, que inclusive está formando uma equipe no Brasil.

É um dos canais que estão fazendo sucesso, segundo Amy, porque ele compreende que as pessoas preferem conteúdo mais próximo e menos editado. “Este novo canal está crescendo mais rapidamente porque abarca um conceito de ‘não barreiras’, novos formatos e nova maneira de interagir com as pessoas”, comentou.

Sterling Proffer, representante da Vice, opinou que a internet vive o período “Face News”, com as pessoas se informando pela linha do tempo do Facebook, e não pelos jornais impressos ou seus respectivos sites. E que há muitas fontes de conteúdo: “As pessoas escolhem um buffet self-service de notícias, em que servem-se de uma coletânea de notícias de fontes diferentes.”

fonte: http://olhardigital.uol.com.br/

Conheça os canais que mais fazem dinheiro no YouTube

youtube-dinheroÉ um fato consumado: há canais arrecadando muito dinheiro com seus vídeos no YouTube. O site de vídeos do Google cada vez mais se ganha contornos de uma mídia rentável para entretenimento para quem está disposto a oferecer um trabalho de qualidade.

Os mais populares são capazes de chegar à casa dos milhões ao fim de um ano, como demonstra um relatório da empresa SocialBlade, que listou os principais canais brasileiros na rede, e a estimativa de arrecadação.

1. Porta dos fundos
7,1 milhões de inscritos
Até US$ 305 mil por mês

2. Galinha Pintadinha
2,1 milhões de inscritos
Até US$ 212,5 mil por mês

3. Parafernalha 
4,2 milhões de inscritos 
Até 97,3 mil por mês 

4. VenomExtreme
2,7 milhões de inscritos
Até US$ 89,3 mil por mês

5. Galo Frito 
4,7 milhões de inscritos
Até US$ 85,1 mil por mês

6. RandonsPlays
2,4 milhões de inscritos
Até US$ 37,7 mil por mês

7. Mundo Canibal
2,7 milhões de inscritos
Até US$ 33,4 mil por mês

8. 5inco Minutos
2,6 milhões de inscritos
Até US$ 18,2 mil por mês

9. Desce a Letra
2,4 milhões de inscritos
Até US$ 7,1 mil por mês

10. Felipe Neto
2,7 milhões de inscritos
Até US$ 6,1 mil por mês
 
Via YouPix e SocialBlade 

fonte: http://olhardigital.uol.com.br/

YouTube lança programa com os melhores vídeos do dia

youtubeTem vídeo demais no YouTube, tantos que fica até difícil decidir o que assistir no site porque não há como saber o que apareceu de legal por lá periodicamente. Foi por isso que eles criaram um programa diário de curadoria, o YouTube Nation.

 

Feito pela DreamWorks, o programa é apresentado por Jacob Soboroff todos os dias, à meia-noite – no horário de Brasília.

YouTube Nation é feito por um time de criativos que mostram o que aconteceu de interessante no site durante o dia. No episódio abaixo, além de Soboroff, a atração conta com particioação de Josh Rubin, produtor do Buzzfeed. Confira:

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fonte: http://olhardigital.uol.com.br/

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