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Instalando um certificado em cPanel ou WHM

Instalando um certificado em cPanel ou WHM

Para instalar o certificado, você precisará entrar em sua conta cPanel ou WHM. Ambos cPanel (painel de controle do usuário final) e WHM (painel de administrador) têm formas ligeiramente diferentes para instalar certificados.
Você vai precisar de um IP dedicado para o domínio SSL. Você não pode instalar o SSL para um IP que são mais do que um domínio! Continue reading “Instalando um certificado em cPanel ou WHM”

Dicas de serviços que você deveria estar usando para CONCORRENTES

Dicas de serviços que você deveria estar usando para CONCORRENTES

Dicas de serviços, pois venho observando a saturação dos meios e ferramentas tradicionais que usamos no meio de hospedagem. E muitas vezes, esse mundo de gente fazendo a mesma coisa faz os serviços aumentarem seus preços ou se tornarem inviáveis conforme você cresce. Continue reading “Dicas de serviços que você deveria estar usando para CONCORRENTES”

Falha no Linux expõe usuários de Android

Falha no Linux expõe usuários de Android

Um grupo de pesquisadores encontrou uma falha no kernel do Linux, que deixa expostas as informações de mais de 1,4 bilhões pessoas. O bug afeta diretamente todas as versões do Android a partir da 4.4 (KitKat), incluindo até mesmo a versão mais nova do sistema, a 7.0 (Nougat). A brecha foi descrita como “severidade média” por ser difícil de explorar, mas perigosa para ataques direcionados. Continue reading “Falha no Linux expõe usuários de Android”

Windows 10 no dia 29 de Julho,mas não para todos

windows10

Durante este processo de lançamento do Windows 10, a Microsoft nunca foi tão clara como hoje, na forma como ia ser disponibilizado o novo sistema operativo. As últimas declarações da empresa norte-americana indicaram que a data oficial para o lançamento do Windows 10 será no dia 29 de Julho. Contudo, nem todos os utilizadores irão receber a atualização ao mesmo tempo.

Declarações feitas na última quinta-feira pelo Vice-Presidente executivo de Sistemas Operativos, Terry Myerson, revelam as fases de lançamento. Como é possível imaginar, serão milhões de máquinas que irão receber a nova versão do Windows, é compreensível que a disponibilização seja feita por etapas.

Numa primeira fase, dia 29, serão os utilizadores com versão do Windows Insider os primeiros a receber o Windows 10. Isto já depois da versão final ter sido enviada para testes para os fabricantes.

Em seguida, a versão chegará a todos os utilizadores que tenham realizado a pré-reserva, e só depois os restantes utilizadores.

Desta forma, vamos ter um lançamento da versão em várias vagas de utilizadores, o que significa que nem todos poderão experimentar o tão aguardado Windows 10 dentro de 4 semanas.

Mapa de ataques digitais

digitalattackmapNinguém se preocupa tanto com ataque DDoS até sofrer um, não é? O site Digital Attack Map mostra em tempo real a quantidade de ataque que são feitos ao redor do mundo.

O resultado é impressionante. As informação são provenientes de mais de 270 provedores que decidiram compartilhar estes dados.

A gráfico acima é em tempo real, mas você pode verificar os dados de qualquer dia diretamente no site deles: http://www.digitalattackmap.com

Caminho dos logs do cPanel

cpanel logoSegue abaixo o caminho no servidor dos arquivos de logs do cPanel organizado pelo respectivo serviço. Para visualizá-los, acesse seu servidor através de SSH, realize o login como root e execute o seguinte comando abaixo:

Apache
cat /usr/local/apache/logs/access_log
cat /usr/local/apache/logs/error_log

Exim
cat /var/log/exim_mainlog
cat /var/log/exim_paniclog
cat /var/log/exim_rejectlog

FTP
cat /var/log/messages

mySQL
cat /var/lib/mysql/server.hostname.err

ChkServd
cat /var/log/chkservd.log

Named (Bind)
cat /var/log/messages

Últimos Logins no Servidor
last /var/log/wtmp

Domlogs de uma Conta de Hospedagem
cat /usr/local/apache/domlogs/domainname.tld

Mod Security
cat /usr/local/apache/logs/modsec_audit.log
cat /usr/local/apache/logs/modsec_debug_log

Apache SuExec
cat /usr/local/apache/logs/suexec_log

Acesso ao cPanel e Logs de Erro
cat /usr/local/cpanel/logs/access_log
cat /usr/local/cpanel/logs/error_log

Estatísticas
cat /usr/local/cpanel/logs/stats_log

Licença do cPanel
cat /usr/local/cpanel/logs/license_log

Backup do cPanel
cat /usr/local/cpanel/logs/cpbackup/*.log

Tomcat
cat /usr/local/jakarta/tomcat/logs/catalina.err
cat /usr/local/jakarta/tomcat/logs/catalina.out

 

FONTE: http://www.melhorweb.com.br/

Quinze Exemplos Do Comando dig No Linux

linux2A nossa memória tem uma facilidade maior de memorizar nomes do que IP. É mais fácil memorizar o nome de domínio w3b.com.br do que o IP 65.254.41.45.

 

memoria-295x300

Ora, os computadores que temos em casa ou no trabalho, os dispositos de rede, como os switch e os routers, e os servidores comunicam entre si através de IP.

traceroute1-e1374483205384

Quando usamos um navegador / browser, um cliente de email ou um cliente de FTP, introduzimos nomes de domínios para acedermos remotamente ao respetivo servidor.

navegador1-300x91

O DNS (Sistema De Nome De Domínios) é um sistema de gestão dos nomes de domínios, com uma estrutura hierárquica, através do qual os navegadores / browsers, os clientes de email, os clientes de FTP, convertem esses nomes de domínios em IP.

Para sabermos como é que um nome de domínio está configurado no Sistema de Nome de Domínios (DNS), podemos usar o comando dig no Linux.

Mas, chega de contemplar a realidade. Vamos mergulhar nela mesmo, experimentando com exemplos práticos do dig.

mergulhar-300x199

Vamos começar pela forma mais simples do comando dig:


dig webmaster.pt

; <<>> DiG 9.7.0-P1 <<>> webmaster.pt
;; global options: +cmd
;; Got answer:
;; ->>HEADER<<- opcode: QUERY, status: NOERROR, id: 61904
;; flags: qr rd ra; QUERY: 1, ANSWER: 1, AUTHORITY: 0, ADDITIONAL: 0

;; QUESTION SECTION:
;webmaster.pt.      IN  A

;; ANSWER SECTION:
webmaster.pt.    14358  IN  A  65.254.41.45

;; Query time: 18 msec
;; SERVER: 192.168.1.1#53(192.168.1.1)
;; WHEN: Fri Jul 19 10:08:24 2013
;; MSG SIZE  rcvd: 46

Podemos estruturar o output do comando dig em várias partes:

  • http://www.webmaster.pt/wp-content/themes/comfy/styles/default/img/pngo.png);”>versão do dig
  • http://www.webmaster.pt/wp-content/themes/comfy/styles/default/img/pngo.png);”>opções globais do comando
  • http://www.webmaster.pt/wp-content/themes/comfy/styles/default/img/pngo.png);”>cabeçalho
  • http://www.webmaster.pt/wp-content/themes/comfy/styles/default/img/pngo.png);”>pergunta, com cabeçalho
  • http://www.webmaster.pt/wp-content/themes/comfy/styles/default/img/pngo.png);”>resposta, com cabeçalho
  • http://www.webmaster.pt/wp-content/themes/comfy/styles/default/img/pngo.png);”>estatísticas

Podemos passar várias opções ao dig para eliminar parte da informação que consta do output do dig.

Se corrermos o dig com a opção +nocmd, eliminamos a linha sobre a versão do dig e a linha das opções globais:


dig +nocmd webmaster.pt
;; Got answer:
;; ->>HEADER<<- opcode: QUERY, status: NOERROR, id: 39491
;; flags: qr rd ra; QUERY: 1, ANSWER: 1, AUTHORITY: 0, ADDITIONAL: 0

;; QUESTION SECTION:
;webmaster.pt.      IN  A

;; ANSWER SECTION:
webmaster.pt.    8670  IN  A  65.254.41.45

;; Query time: 17 msec
;; SERVER: 127.0.0.1#53(127.0.0.1)
;; WHEN: Sun Jul 21 22:07:04 2013
;; MSG SIZE  rcvd: 46

Vamos agora correr o dig com a opção +nocomments


dig webmaster.pt +nocomments

; <<>> DiG 9.7.0-P1 <<>> webmaster.pt +nocomments
;; global options: +cmd
;webmaster.pt.      IN  A
webmaster.pt.    3051  IN  A  65.254.41.45
;; Query time: 18 msec
;; SERVER: 192.168.1.1#53(192.168.1.1)
;; WHEN: Fri Jul 19 10:10:55 2013
;; MSG SIZE  rcvd: 46

Eliminamos o cabeçalho inicial e os cabeçalhos de cada secção. Temos um output mais elegante, mas com menos informação.

Podemos adicionar a opção +nostats


dig webmaster.pt +nocomments +nostats

; <<>> DiG 9.7.0-P1 <<>> webmaster.pt +nocomments +nostats
;; global options: +cmd
;webmaster.pt.      IN  A
webmaster.pt.    14400  IN  A  65.254.41.45

O output fez uma dieta visível, dado que, para além dos comentários, não apresentou as estatísticas.

Podemos ainda eliminar todas as partes do output com a excepção da resposta, com as opções +noall +answer


dig +noall +answer webmaster.pt
webmaster.pt.    1933  IN  A  65.254.41.45

Mas, se quisermos um output minimalista, experimente a opção +short


dig webmaster.pt +short
65.254.41.45

Direto ao ponto! Existe um registo A do nome de domínio webmaster.pt que aponta para o IP 65.254.41.45. Poderiam existir vários registos A do mesmo nome de domínio a apontar para IP diferentes. Veja o exemplo do nome google.com:


dig google.com +short
173.194.45.3
173.194.45.4
173.194.45.5
173.194.45.6
173.194.45.7
173.194.45.8
173.194.45.9
173.194.45.14
173.194.45.0
173.194.45.1
173.194.45.2

dig registo MX

Para verificarmos qual o host name do servidor de email do nome de domínio webmaster.pt, passamos a opção MX ao comando dig:


dig MX webmaster.pt +noall +answer

; <<>> DiG 9.7.0-P1 <<>> MX webmaster.pt +noall +answer
;; global options: +cmd
webmaster.pt.    14400  IN  MX  0 webmaster.pt.

Ficamos a saber:

  • http://www.webmaster.pt/wp-content/themes/comfy/styles/default/img/pngo.png);”>Perguntamos sobre o nome webmaster.pt.
  • http://www.webmaster.pt/wp-content/themes/comfy/styles/default/img/pngo.png);”>O TTL (Time To Live) é 14400 segundos. Exatamente 4 horas.
  • http://www.webmaster.pt/wp-content/themes/comfy/styles/default/img/pngo.png);”>Perguntamos pelo tipo de registo MX.
  • http://www.webmaster.pt/wp-content/themes/comfy/styles/default/img/pngo.png);”>A prioridade é 0.
  • http://www.webmaster.pt/wp-content/themes/comfy/styles/default/img/pngo.png);”>O host name do servidor de mail é webmaster.pt.

Vamos tentar saber os host names dos servidores de mail do google.com:


dig google.com MX +noall +answer

; <<>> DiG 9.7.0-P1 <<>> google.com MX +noall +answer
;; global options: +cmd
google.com.    534  IN  MX  50 alt4.aspmx.l.google.com.
google.com.    534  IN  MX  10 aspmx.l.google.com.
google.com.    534  IN  MX  20 alt1.aspmx.l.google.com.
google.com.    534  IN  MX  30 alt2.aspmx.l.google.com.
google.com.    534  IN  MX  40 alt3.aspmx.l.google.com.

Caso haja uma falha, a ordem de prioridade é 10, 20, 30, 40 e 50. Se for necessário saber o IP dum destes host names, poderíamos executar o comando:


dig aspmx.l.google.com +short
173.194.78.27

dig registo NS

Os registos NS dum nome de domínio indicam os host names dos servidores que

  • http://www.webmaster.pt/wp-content/themes/comfy/styles/default/img/pngo.png);”>guardam os registos de DNS desse nome de domínio
  • http://www.webmaster.pt/wp-content/themes/comfy/styles/default/img/pngo.png);”>respondem a perguntas feitas sobre esses registos de DNS

Para conhecermos os registos NS dum domínio, podemos correr o comando:


dig webmaster.pt NS +noall +answer

; <<>> DiG 9.7.0-P1 <<>> webmaster.pt NS +noall +answer
;; global options: +cmd
webmaster.pt.    86400  IN  NS  ns1.dnsterra.com.
webmaster.pt.    86400  IN  NS  ns2.dnsterra.com.
  • http://www.webmaster.pt/wp-content/themes/comfy/styles/default/img/pngo.png);”>Perguntamos sobre o nome de domínio webmaster.pt.
  • http://www.webmaster.pt/wp-content/themes/comfy/styles/default/img/pngo.png);”>O TTL (Time To Live) é 86400 segundos. 24 horas.
  • http://www.webmaster.pt/wp-content/themes/comfy/styles/default/img/pngo.png);”>Perguntamos pelo registo NS.
  • http://www.webmaster.pt/wp-content/themes/comfy/styles/default/img/pngo.png);”>Existem 2 nameservers, ou seja, 2 servidores de DNS a responder a qualquer query DNS sobre o nome de domínio webmaster.pt.

No caso do google.com, verificamos que o domínio está configurado em 4 servidores de DNS, que respondem a qualquer query DNS com a redundância respetiva.


dig google.com NS +short
ns2.google.com.
ns3.google.com.
ns4.google.com.
ns1.google.com.

O seu computador usa servidores de DNS para converter os domínios a que você tenta aceder no navegador / browser ou no cliente de email para IP. Normalmente, são os dns servers atribuídos pelo seu fornecedor de internet. Também é muito frequente a utilização de DNS servers gratuitos, como os do OpenDNS ou da Google.

DNS gratuitos do OpenDNS


208.67.222.222
208.67.220.220

DNS gratuitos da Google


8.8.8.8
8.8.4.4 

Por vezes, para verificar se o DNS dum domínio está bem configurado num dos servidores de DNS desse domínio ou porque existe um cache de DNS e queremos conferir uma alteração dum registo de DNS sem interferências do cache, podemos perguntar diretamente a um dos servidor de DNS do domínio sobre os registo de DNS configurados nesse servidor.

Como vimos anteriormente, o google.com está configurado em 4 servidores de DNS. Vamos fazer uma query a um deles:


dig @ns1.google.com google.com MX +short
40 alt3.aspmx.l.google.com.
10 aspmx.l.google.com.
30 alt2.aspmx.l.google.com.
20 alt1.aspmx.l.google.com.
50 alt4.aspmx.l.google.com.

dig Reverse DNS Lookup

Se quiser fazer um reverse DNS lookup a um IP, para saber qual o respetivo host name, podemos usar o dig com a opção -x

Já conhecemos o registo MX do webmaster.pt. Aponta para o IP 65.254.41.45. Vamos fazer um reverse DNS lookup a esse IP:


dig -x 65.254.41.45 +short
webmaster.pt.

Poderíamos também usar o comando host:


host 65.254.41.45
45.41.254.65.in-addr.arpa domain name pointer webmaster.pt.

dig registo CNAME

O DNS converte nomes de domínios, fáceis de memorizar, em IP, que são os endereços que as máquinas usam para comunicar umas com as outras. Por vezes, temos nomes de domínios que são pseudônimos dum nome de domínio. Isso significa que o registo A deste último nome de domínio também se aplica aos nomes de domínios que são pseudônimos. É mais comum usar a expressão aliases em vez de pseudônimos.

Em vez de criarmos múltiplos registos A para todos estes nomes de domínios, criamos um registo CNAME para todos os pseudônimos e apontamos este registo para o nome de domínio cujo registo A é aplicável.

cname clone-300x199

O nome de domínio webmaster.pt aponta para o IP 65.254.41.45

Os pseudônimos www.webmaster.pt, mail.webmaster.pt, ftp.webmaster.pt também apontam para o mesmo IP. Em vez de criamos registos A para estes subdomínios, criamos registos CNAME que apontam o webmaster.pt.


dig www.webmaster.pt +noall +answer

; <<>> DiG 9.7.0-P1 <<>> www.webmaster.pt +noall +answer
;; global options: +cmd
www.webmaster.pt.  10691  IN  CNAME  webmaster.pt.
webmaster.pt.    9191  IN  A  65.254.41.45

dig mail.webmaster.pt +noall +answer

; <<>> DiG 9.7.0-P1 <<>> mail.webmaster.pt +noall +answer
;; global options: +cmd
mail.webmaster.pt.  14400  IN  CNAME  webmaster.pt.
webmaster.pt.    9890  IN  A  65.254.41.45

dig ftp.webmaster.pt +noall +answer

; <<>> DiG 9.7.0-P1 <<>> ftp.webmaster.pt +noall +answer
;; global options: +cmd
ftp.webmaster.pt.  14400  IN  A  65.254.41.45

Qual a vantagem de usar CNAME? Se a logica do DNS é converter um nome de domínio num IP, a utilização de CNAME não torna a pergunta a um servidor de DNS mais lenta? É necessário fazer 2 perguntas em vez duma só. Qual o host name deste nome de domínio? Qual o IP deste host name?

Vamos imaginar que um domínio tem centenas de subdomínios. E há uma alteração de IP. A vantagem é que, no caso duma alteração de IP, apenas precisamos de mudar 1 único IP na zona de DNS do domínio. E, se a cada domínio correspondesse um registo A em vez dum registo CNAME, seria necessário alterar esse mesmo IP centenas de vezes.

Não é possível fazer a alteração do IP em todos esses registos A através dum script, sem que seja necessário alterar cada instância do mesmo IP? Sim. Mas, se considerarmos as ferramentas atualmente existentes, que permitem a alteração de registos na zona de DNS e que são user friendly, a utilização de registos CNAME pode poupar muito tempo no caso da alteração dum IP.

dig TXT record

Para prevenir o email spoofing, muito usado pelos spammers, um nome de domínio pode publicar os hosts que estão autorizados a enviar emails, através dum registo SPF (Sender Policy Framework) no DNS desse nome de domínio.

email spoofing

Assim, quando um servidor de mail recebe um email proveniente dum determinado nome de domínio, pode conferir se o host que enviou esse email está autorizado no registo SPF desse domínio. Caso não esteja, pode rejeitar o email.

Para verificar se um domínio publicou um registo SPF (Sender Policy Framework), podemos perguntar pelos registos TXT:


dig txt webmaster.pt +short
"v=spf1 +a +mx +ip4:65.254.41.45 ?all"

O nome de domínio webmaster.pt autoriza o host 65.254.41.45 a enviar emails.

Dicas Para Usar O Comando dig

Se quiser obter uma resposta abreviada sempre, sem ter que adicionar as opções +noall +answer ao dig, você pode na pasta $HOME/.digrc adicionar a linha

+noall +answer

Experimente:


cd $HOME
touch .digrc
echo "+noall +answer" >> .digrc

E agora teste o comando dig:


dig webmaster.pt
webmaster.pt.    7625  IN  A  65.254.41.45

 fonte:http://www.webmaster.pt

Cenário do Linux em 7 gráficos mostra economia forte e empregos

linux-penguinPesquisas recentes conduzidas pela Linux Foundation revelam um vibrante ecossistema de desenvolvimento e uma boa oferta de empregos para profissionais com habilidades em Linux, como mostrado nos gráficos abaixo.

 

À medida em que mais hardware é suportado e novos recursos são adicionados, o kernel Linux continua a crescer. Contando o “pacote” completo com o código-fonte do sistema, que inclui uma pequena quantidade de scripts de compilação e documentação, o kernel é atualmente composto por mais de 15 milhões de linhas de código. Para ter uma idéia, a primeira versão do sistema (0.01) lançada em setembro de 1991 tinha 10.239 linhas de código.

Mais de 80 empresas contribuíram mudanças ao kernel desde a versão 2.6.11. O gráfico abaixo mostra os 30 patrocinadores que mais contribuíram com o desenvolvimento. “None” representa desenvolvedores que trabalham no kernel por conta própria, sem receber compensação de nenhuma empresa.

Desde a versão 2.6.36 do kernel tem havido uma mudança no que diz respeito à atividade dos patrocinadores. O gráfico abaixo mostra ou aumento ou redução efetiva na atividade dos 20 principais colaboradores no desenvolvimento do kernel Linux. A Samsung e a Texas Instruments, por exemplo, aumentaram a percentagem de “commits” (contribuições de código ao repositório principal) patrocinados em 1.83 e 1.73 vezes, respectivamente. Estes, e outros patrocinadores que aumentaram suas atividades desde o kernel 2.3.6, destacam a presença cada vez maior do Linux em empresas relacionadas à mobilidade e sistemas embarcados. De acordo com a Linux Foundation estas empresas não estão apenas adicionando suporte a hardware ao kernel, mas também avançando o desenvolvimento de áreas essenciais como o scheduler, responsável pela distribuição e gerenciamento das tarefas em execução no sistema, e o gerenciamento de memória.

Nos últimos dois anos,cerca de 76% dos usuários corporativos consultados pela Linux Foundation utilizaram o Linux na implantação de novas aplicações, serviços e infraestrutura. Destas, 40% foram migrações para o Linux às custas do Windows.

As corporações cada vez mais vêem o Linux como um componente fundamental em seus sistemas de missão crítica. Dos 73% que usam o Linux em tarefas de missão crítica, 77% usam o Linux para a implementação, e 72% para o desenvolvimento, de aplicações.

Gerentes que procuram funcionários com experiência em Linux tem enfrentado um desafio, em parte devido à maior demanda por este tipo de profissional. 90% dos gerentes consultados pela Linux Foundation planejam contratar profissionais de TI com experiência em Linux nos próximos seis meses, com salários 9% acima da média do mercado.

Entre os gerentes que pretendem contratar profissionais com experiência em Linux nos próximos seis meses, os administradores de sistema são o primeiro item na lista de prioridades. Desenvolvedores e profissionais de DevOps também estão em demanda. A pesquisa apontou que 73% dos que participaram procuram profissionais com três a cinco anos de experiência em Linux, seguidos por aqueles com seis a nove anos de experiênca no currículo.

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