BYOD é a mudança mais radical da computação depois dos PCs

BYOD é a mudança mais radical da computação depois dos PCs

A invasão de smartphones e tablets nas empresas incentivada pelas organizações, fenômeno conhecido por BYOD (traga seu próprio dispositivo, em português), é a mudança mais radical da computação empresarial desde que os PCs passaram a ser utilizados no local de trabalho, analisa o instituto de pesquisas Gartner.


“Com diversas possibilidades trazidas pelos aparelhos móveis e inúmeras formas de reinvenção de processos de negócio, estamos entrando em uma era de mudança”, diz Cassio Dreyfuss, vice-presidente do Gartner. “O mercado para dispositivos móveis está crescendo e os aparelhos usados por empresas e consumidores são os mesmos. Simultaneamente, os avanços em performance de rede permitem que o aparelho móvel esteja ligado a poderosos softwares na nuvem”, completa.

Segundo o Gartner, a justificativa para ingressar na era do BYOD seja redução de custos, isso dificilmente acontece. As empresas buscam, cada vez mais, pela facilidade dos aparelhos móveis. Com isso, crescem os custos de software, infraestrutura, equipe de suporte e serviços relacionados. Se elas começarem a incluir compartilhamento de arquivos, aplicações de negócios e ferramentas de colaboração, os gastos com serviços móveis aumentarão drasticamente, analisa.

O instituto de pesquisas acredita que a melhor estratégia para lidar com o crescimento desse fenômeno é combinar política, software, controles de infraestrutura e educação, no curto prazo, e associar gerenciamento de aplicações e serviços na nuvem adequados, no longo prazo.

As políticas devem ser construídas em conjunto com os departamentos jurídico e de RH, devido às implicações tributárias, trabalhistas, de responsabilidade corporativa e de privacidade dos funcionários, analisa.

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