Dez previsões para o Big Data em 2014

Dez previsões para o Big Data em 2014

bigdataO “Big Data” tem sido um dos chavões mais utilizados em 2013. O mercado tem visto um rápido crescimento e mudanças consideráveis. Vimos o Hadoop e o ecossistema em torno dele evoluir de uma tecnologia usada apenas por programadores muito talentosos e engenheiros até ferramenta indispensável para os cientistas de dados.

 

As empresas têm começado a adotar tecnologias de BigData e colocado aplicações em produção. E descoberto como o Big Data muda sensivelmente a forma como gastam, selecionam, analisam, se mantêm saudáveis e mantêm (ou não) a privacidade”, conforme profetizado por Siddharth Taparia, diretor de estratégia de portfólio e marketing da SAP.

“Agora, as organizações têm mais conhecimento do que é o Big Data e como ele pode transformar o negócio de novas formas. As questões chave mudaram para quais são as estratégias e as habilidades necessárias e como podemos medir e ter certeza do retorno do investimento”, afirma Donald Feinberg, vice-presidente e analista do Gartner. Ele observa que muitas empresas ainda estão nos estágios iniciais e poucas têm pensado em uma abordagem empresarial ou, ainda, percebido o profundo impacto que Big Data terá em suas infraestruturas, organizações e industrial.

De acordo com ele, as empresas estão mais conscientes de que essas iniciativas são críticas, pois identificaram oportunidades de negócio óbvias e potenciais, que não podem ser atingidas com as fontes de dados, tecnologias e práticas tradicionais. 

Então, o que esperar do Big Data em 2014? Aqui estão 10 previsões das trincheiras do Big Data para o próximo ano.

1 – As pessoas vão parar de falar em Big Data e pensar mais no que realmente significa
Em 2014 , o fascínio de ” Big Data ” como um chavão vai sair de moda , mas a tecnologia em si estará em evidência, de acordo com a Gainsight , que usa grandes análise de dados em sua plataforma SaaS para fornecer o que ele chama de “gestão de sucesso do cliente”.  A Gainsight acredita que cada provedor de aplicativo em nuvem irá evoluir sua infraestrutura de back-end para apoiar os princípios de Big Data em 2014.

2 – Hadoop passa de curiosidade a ferramenta crítica
A nuvem não será o único lugar onde a tecnologia de Big Data se tornará conhecida. Em 2014 , o Hadoop irá mover-se para além do processamento de dados  em batch e armazenamento para ser uma infraestrutura de computação de propósito geral central para o uso de dados pela empresa, de acordo com o provedor de plataforma de análise estratégica Alteryx.

3 – As empresas serão pró-ativas no aproveitando de dados dos clientes
As corporações vão levar a sério a aproveitamento das migalhas de rastro digital deixadas pelos clientes ao interagirem com os produtos e serviços online , de acordo com a Gainsight. Para chegar lá, as análises de dados terão de conduzir para além do BI e fornecer valor para os negócios.

4 – Um novo jogo no Marketing
O Analytics e o Big Data para fins de Marketing terão mais um grande ano em 2014, influenciando a publicidade, as promoções e o comportamento do consumidor, diz o pessoal da Alteryx. Inovações irão surgir em torno da Copa do Mundo e dos Jogos Olímpicos de Inverno.

5 – Analistas treinados importarão mais que os cientistas de dados
Capacitar os analistas alocados nos departamentos de negócios em Big Data e Analytics se tornará mais importante do que contratar cientistas de dados, segundo a Alteryx . Isso irá reduzir os altos salários oferecidos para os cientistas de dados em 2014, segundo a empresa.

6 – A Internet das Coisas irá evoluir para a Web da Coisas
O Instituto de Engenheiros Elétricos e Eletrônicos (IEEE) acredita que 2014  será  o ano em que a Internet das Coisas _ onde os objetos identificáveis ​​estarão perfeitamente integrados na rede de informação _ cederá lugar à Web das Coisas, que vai tirar proveito da capacidade dos dispositivos móveis e  dos “sensores”  para observar e monitorar o ambiente para aumentar a coordenação entre as coisas do mundo real e seus homólogos na Web.

“A Web of Things irá produzir grandes volumes de dados relacionados com o mundo físico e exigirá o uso de soluções inteligentes para permitir a conectividade entre o mundo físico e os recursos correspondentes no mundo digital”, afirma o IEEE.

7 – Do Big Data para o Extreme Data
Os três Vs do Big Data _ volume, velocidade e variedade _ continuarão crescendo exponencialmente em 2014, e mais ferramentas de análise serão necessárias para impulsionar o uso desse “dilúvio de dados”.

“Não é só os três Vs que tornam o Big Data um tigre tão difícil de domar”, diz o IEEE . “O mundo da tecnologia não está conseguindo lidar com a alta demanda por cientistas de dados e por ferramentas fáceis de usar, que possam dar aos usuários _ empresas financeiras e seguradoras, de saúde e pesquisa científica _ a capacidade de colocar os dados que reúnem em perspectiva significativa.

A atual Era dos Dados Extremos requer novos paradigmas e práticas de gestão de dados e análises, e em 2014 a corrida para obtê-los determinará os líderes desse segmento”, de acordo com o IEEE.

8 – R substituirá soluções legadas e se tornará mainstream
O Analytics com base na linguagem de programação R, voltado especificamente para análises estatísticas realizadas pelos cientistas de dados, será mainstream em 2014, de acordo com o pessoal da Alteryx, desbancando ambientes legados como SAS e SPSS. “Com mais de 2 milhões de usuários e mais de 3 milhões de analistas à procura de melhores soluções , é hora do R brihar”, diz a Alteryx.

9 – Hadoop proporcionará poderosas aplicações, sob-medida, em tempo real
O próximo ano veremos uma explosão de aplicativos e aplicações Web interativas, aplicativos móveis e aplicativos sociais construídos sobre a plataforma Hadoop, interagindo com as pessoas em tempo real, diz Monte Zweben, co- fundador e CEO da Splice Machine. 

“Será o ano das aplicações interativas que tomarão decisões em tempo real”, afirma o executivo.

10 –  Novas soluções de Analytics vão emergir
Novas soluções para bancos de dados, análise e visualização vão perturbar os tradicionais mega-fornecedores, que irão responder com mais fusões e aquisições.

fonte: http://cio.uol.com.br/

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