Google, Yahoo e MSN: Mitos e Realidades nas Meta Tags Descrição e Palavra-chave

Google, Yahoo e MSN: Mitos e Realidades nas Meta Tags Descrição e Palavra-chave

Existem alguns mitos envolvendo as meta tags descrição e palavra-chave e os mecanismos de busca, particularmente Google, Yahoo e MSN. Vamos examinar o assunto diretamente, citando esses mitos.

Mito 1 – Se você vai otimizar uma página da web para o Google, as meta tags descrição e palavra-chave são dispensáveis.

 

Os equívos nesta assertiva são os seguintes:
— Os mecanismos que fazem buscas na web não precisam dessas meta tags, seja Google, Yahoo, MSN ou qualquer outro, para indexar a página. A página será indexada e classificada por todos eles, com ou sem essas meta tags.
— Os diretórios requerem uma descrição do site, mas mesmo ela não precisa, necessariamente, ser idêntica à meta tag descrição.
— O Google reproduz, literalmente, a meta tag descrição de umas tantas páginas (os critérios são desconhecidos do público externo).

Conclusão: A meta tag descrição deve ser colocada sempre, e de forma concisa, endereçada preferencialmente ao visitante.

Mito 2 – Na meta tag palavra-chave você deve colocar todas as palavras relacionadas com os temas da página.

Os equívos nesta assertiva são os seguintes:
— Os mecanismos de busca utilizam programas que calculam o número de vezes que cada palavra e frase aparece no centeúdo, e toma esses dados como referência para saber quais são os temas relevantes na página. Você pode saber qual é o conteúdo de uma página qualquer usando o software Linx.
— Os mecanismos de busca não mostram, em parte alguma, as palavras listadas na meta tag palavra-chave.
— Os pequenos diretórios solicitam listas das palavras-chave, mas limitam seu número a em torno de duzentos caracteres. Entretanto, fazem pouco uso dessas informações, haja vista que, em geral, pedem para ser indicada a categoria mais apropriada para o site em uma lista que apresentam.

Conclusão: A meta tag palavra-chave tem pouca utilidade para os mecanismos de busca; por isto deve conter apenas as palavras e frases essenciais e que sirvam, para o visitante, como mais uma referência sobre o conteúdo.

Mito 3 – As palavras-chave mais importantes devem ser repetidas na meta tag.

Os equívos nesta assertiva são os seguintes:
— A repetição de palavras na meta tag palavra-chave não é usada pelos mecanismos de busca como critério para definir sua relevância na página.
— A repetição de certas palavras pode ocorrer em virtude do uso de frases nesta meta tag; e deve ser parcimoniosa, para evitar que o software do mecanismo de busca a tome como tentativa de relevo artificial.

Conclusão: É perda de tempo repetir palavras na meta tag palavra-chave.

Mito 4 – Deve-se colocar as grafias erradas mais comuns das palavras na meta tag palavra-chave.

Os equívos nesta assertiva são os seguintes:
— As palavras-chave, por definição, representam o texto e, como tal, devem estar contidas nele. Usar palavras escritas erradamente na meta tag, sem seu correspondente no texto, é uma forma de espamear a meta tag.
— Certos erros na digitação tendem a ser menos freqüentes com o passar do tempo, com o que a meta tag e o texto ficam desatualizados.

Conclusão: É ilusão achar que a inclusão de palavras gramaticalmente erradas na meta tag palavra-chave vai aumentar o número de visitantes na página.

Mito 5 – Deve-se repetir na meta tag descrição o texto que vai na tag título.

Os equívos nesta assertiva são os seguintes:
— Como se presume que a tag título contém as palavras que referenciam a página, sua repetição na meta tag descrição reforçaria o posicionamento da página. Isto é um engano porque os softwares não vão somando o que encontram nessas tags para fazer um balanço. O balanço é feito com todas as palavras do conteúdo da página.
— Como alguns pensam que o Google não dá importância para esta tag, então supõem que podem repetir a tag título para atender a “exigência” do Yahoo e MSN. Pessoas que pensam e agem assim estão mirando apenas nos mecanismos de busca, tal como elas os entendem, e deixando de lado a face mais importante: o usuário. O que vemos na internet é que sites que colocam o usuário em segundo plano têm vida curta, ainda que, num primeiro momento, subam meteoricamente nos mecanismos de busca.

Conclusão: Cada página do site deve ser construída para atender, em primeiro lugar, o usuário, e isto inclui descrição objetiva da página; em segundo lugar, os requisitos formais dos mecanismos de busca.

Vê-se que a realidade é bem diversa daquilo que muitos propagam e/ou fazem nas meta tags descrição e palavra-chave.

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