O que “ser omnical” difere de ser um consumidor “normal”?

O que “ser omnical” difere de ser um consumidor “normal”?

consumo-novoOutdoors, email marketing, mídias sociais, flyers, banners, newsletters e outras inúmeras ações de marketing norteiam o consumidor atual, a fim de levá-lo à fidelização ou simplesmente à compra. Mas será que a ordem dos fatores está realmente correta? Durante pesquisas de comportamento do usuário, uma palavra me chamou muito a atenção: consumidor omnical… but wtf?

Para entendê-lo – ou entendermos, afinal, fazemos parte deles – basta analisarmos o posicionamento das marcas que mais se destacam e que melhor são vistas no mercado, independente do segmento. Estas trabalham e desenvolvem suas estratégias a fim de conquistar o melhor público, pois esse é que definirá o seu posicionamento.
Confuso? Vou simplificar.
Quem definirá o quão “relevante” e importante um produto é, são os usuários, tornando o consumidor uma peça chave na imagem da marca. É como se você abrisse uma loja de cadeira e por acaso uma atriz de novela se apaixonasse por um produto. Eureca! O que era apenas uma lojinha de móveis tornou-se uma referência, afinal a famosa “X” também comprou “aqui”.
A inteligência do consumidor atual faz com que ele consiga julgar as marcas tanto pela qualidade de seus produtos, quanto pelos valores reais que elas apresentam, sejam estes relacionados à sociedade ou ao meio ambiente, por exemplo, e, além de pensar e “julgar”, o usuário tem o poder de divulgar essas informações através das facilidades da internet, do mobile, das redes sociais e etc.
Por isso, ou melhor, por esse consumidor omnical é que “pensar no próximo” se faz mais do que necessário em qualquer ação, seja ela de marketing ou de desenvolvimento de um novo produto. Afinal, pensar nele é garantir – ou ao menos se proteger – de possíveis insatisfações do público alvo que se deseja atingir.
Todos os meses nos deparamos com virais que não deram certo e propagandas mal vistas pelo público, como por exemplo, a ação da Samsung no início de 2013 “Pepa quer uma bolsa Chanel”, que fez com que a marca se retratasse e pedisse desculpas a milhares de consumidores. Tudo isso só é possível, devido ao poder que o consumidor conquistou.
Portanto, é simples. Trabalhe para ele, desenvolva para ele, pense nele. Estude, pesquise, crie, mas se por um momento achar que “ele pode não gostar”, pense mais mil vezes antes de arriscar. A famosa frase de que o cliente tem sempre razão, nunca foi tão real quanto agora.

fonte:  http://blog.azclick.com.br/

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