Weleson Fernandes

Weleson Fernandes

Weleson Fernandes

Weleson Fernandes, tenho 26 anos. Atuo como  evangelista da União Central Brasileira da Igreja Adventista do Sétimo Dia e diariamente escrevo mensagens no meu site e nas redes sociais. Me siga no Facebook, Instagram e Twitter

Nasci em São Paulo /SP no ano de 1990.  Quando ainda era criança, me lembro da primeira vez que falei abertamente com Deus. Em um final de semana, decidimos passear subindo em um morro perto da cidade natal de meus pais e assim que chegamos lá no alto, paramos um tempo para observar a paisagem. Ao olhar todas as maravilhas da natureza, comecei a refletir sobre a existência de um Deus que criou todas as coisas, e fiz uma oração silenciosa: “Deus, se o Senhor existe mesmo e criou tudo isso, eu quero Te conhecer um dia”.

Abaixo contarei o testemunho de como Jesus transformou a minha vida:

 

Os anos se passaram e logo no começo de minha adolescência comecei a sair de casa com os amigos para frequentar bares e festas. Tudo era muito bom e prazeroso, mas eu não sabia que]dentro de mim havia um vazio interior.  Eu pensava que fosse apenas uma “sede” de querer experimentar novas sensações e logo comecei a tentar preencher este vazio passando o tempo com meus amigos.  Apesar de frequentar bares e balada, no começo bebia muito pouco, comparado ao meus amigos, era sempre o mais sóbrio e racional, essa fase de beber durou apenas 1 ano, depois disso apenas frequentava as baladas, no intuito de apenas  estar junto aos amigos.

Todos os meus amigos acredito que tinham uma certa admiração, porque eu tinha um misto de muitas coisas, ao mesmo tempo que eu era  muito palhaço, também era uma pessoa muito séria, tímido, e sempre tinha algum conselho para dar

Em minha casa sempre fui uma pessoa tranquila, posso afirmar que nunca dei trabalho aos meus pais, talvez por conta disso causava um certo ciúme de meu irmão

A minha infância foi muito complicada, pois até hoje me recordo das más lembranças, como se elas estivessem acontecendo hoje, desde os meus 2 anos de idade. Meu pai que faleceu no ano de 2012, tinha sérios problemas com o álcool , quando bebia ele praticamente se transformava, passando a ser mais agressivo. Desde crianças vivia em meio de brigas, na maioria das vezes entre o meu irmão mais velho e meu pai.

As brigas eram constantes entre meu irmão e meu pai, e a minha mãe que sempre protegia o meu irmão, sempre precisava entrar no meio das brigas, até hoje  não sabemos os reais  motivos da implicância de meu pai com meu irmão. Por outro lado, meu pai, gostava muito de mim, e tanto minha mãe e meu pai, nunca precisaram usar disciplinas com palmadas ou algo do tipo. Mas para mim não era muito confortável ter esse “privilegio ” de ser o filho querido, pois me sentia muito mau pelo meu irmão, queria que ele recebesse o mesmo carinho que eu recebia de meu pai.

Diversas vezes ficava tremendamente angustiado, abatido ou até mesmo culpado, e tudo piorava quando meu pai bebia, e quando ele bebia era quase certo de que ele iria implicar com alguma coisa em meu irmão, e presenciar o meu irmão apanhando, para uma criança, com certeza não é algo que desejaria para ninguém.

E também a parte mais difícil era conviver na sociedade, na escola por exemplo,além de ter vários problemas em casa, sofria diversos tipos de bullyng no colégio, devido a minha gagueira e timidez, até hoje tenho fragmentos em minha memória, por tudo que passei nos colégios. Aos 10 anos de idade reprovei na 4ª serie, antes disso já fazia tratamento com a fonoaudióloga , e depois que fui reprovado,  a diretora assinou uma carta, orientando os meus pais a procurarem algum  profissional de psicologia , pois na sala  de aula  tinha um deficit de atenção, tinha muita dificuldade nas aulas, e um fator que sempre chamou a atenção de meus pais e também dos profissionais, foi somente aos 5 anos de idade que  comecei a falar as primeiras  palavras, ou seja tive um atraso bem considerável na evolução da fala.

Sempre me interessei por coisas espirituais, visitava diversas denominações, mas devido a minha família ser de raiz católica, frequentava mais a igreja católica. Tanto que quando passava por alguma angustia ou quando me sentia fraco a igreja católica era o meu local favorito, passava horas rezando , pra mim era um belo de um refugio.

Era um jovem muito sincero , tinha temor a Deus , acreditava sim em um Deus criador de todas a coisas , mas a minha vida espiritual estava totalmente sem rumo, visitava as igrejas pentecostais   quase sempre acompanhando a minha tia, como também frequentava as missas da igreja católica, e mesmo não sendo batizado na igreja  católica, a minha fé impressionava até mesmo os mais devotos, pensem enquanto meus amigos frequentava as missas a cada dois meses ou mais, eu pelo contrario era um “membro” assíduo,dificilmente  perdia uma missa.A Igreja católica para mim , era mais do que uma igreja , por lá me sentia em casa e protegido, as pessoas não conversavam comigo e nem procurava ter alguma amizade , mas isso não me preocupava , apenas queria encontrar abrigo ou algum lugar que pudesse ter a paz e o silencio necessário para falar com Deus .A única coisa que me incomodava  um pouco na igreja católica era as imagens, não sabia lidar com isso, mesmo assim nunca deixei de ter respeito pelos irmãos católicos,  em minha mente  estava totalmente focado em falar apenas com Deus.

Mas tinha alguma coisa que me perturbava e muito, pois  sempre sentia que faltava algo , me sentia incompleto.

veja mais em http://welesonfernandes.com.br

 

 

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