Twitter nega queda de audiência e diz que está crescendo no Brasil

Twitter nega queda de audiência e diz que está crescendo no Brasil

twitter-lucraEm evento realizado nesta quarta-feira, 20, em São Paulo, o Twitter desmentiu que sua audiência tenha caído no Brasil, comoreportou em setembro do ano passado a consultoria internacional ComScore.

“Nossa audiência é saudável e está crescendo”, disse o diretor-geral da companhia no país, Guilherme Ribenboim.

De acordo com o executivo, escolhido há dois meses para o cargo, os critérios de medição adotados por consultorias são extra-oficiais e, portanto, desconsiderados pela rede. “Falamos apenas em números globais (400 milhões de usuários, dos quais 200 milhões são ativos), mas os relatórios apontam taxa de incremento e não de abandono”, garantiu.

Ribenboim declarou abertos oficialmente os negócios da rede no país, que já conta com escritorio provisório no país e outros três funcionários provenientes do Google, Terra e Microsoft. No encontro estavam presentes o vice-presidente global de estratégias, Joel Lunenfeld, o responsável pelo marketing de produtos, Guy Yalif, e o diretor de médias empresas, John Ploumitsakos.

O trabalho de marketing no Brasil será direcionado especialmente às pequenas e médias empresas, sem deixar de perseguir as maiores. Os segmentos que mais anunciam globalmente no Twitter são restaurantes (36%), sites de compras (26%), bens de consumo e varejo (34%).

“Nosso foco comercial no Brasil são os 200 maiores anunciantes, e as 30 ou 40 agências de publicidade online. Dividiremos nossos clientes em dois grupos: pequenas e médias empresas”, comentou Guy Yalif. “Claramente o Brasilmerece toda a atenção e investimento. Começamos nos Estados Unidos, depois seguimos para o Japão, Inglaterra e agora nos estabilizamos por aqui”, completou.

Segundo o executivo, a América Latina é o quarto maior mercado do Twitter, com 32 milhões de usuários ativos, sendo que a maioria está localizada no Brasil. A América do Norte é o maior mercado (31%), seguido pela Ásia (25%), Europa (20%), América Latina (16%) e África (5%).

Os executivos também apostam no Vine, nova plataforma de pequenos vídeos. Segundo Joel Lunenfeld, as marcas têm usado o serviço com muita criatividade para promover produtos e engajamento. A API do Twitter também tem servido como alavanca dos negócios. No jogo entre Corinthians e Chelsea, final da Copa do Mundo de Clubes da FIFA, um portal brasileiro usou a API do Twitter para apresentar gráficos dos times mais comentados no microblog.

fonte: http://olhardigital.uol.com.br

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